sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012


Não temos tempo a perder!

O Carnaval acabou e a realidade agora é outra.

Falamos muito e criticamos mais ainda os políticos e suas mazelas. Reclamamos de tudo e de todos e não somos capazes de  fazer uma auto–crítica e procurar saber qual o nosso verdadeiro papel na sociedade e no dia-a-dia que, mal ou bem, enfrentamos em nossa cidade, estado e país.

2012 é ano de eleição para prefeitos e vereadores dos municípios em que vivemos e que, todos os dias, ao abrir as portas das nossas casas pisamos nas calçadas e ruas, belas ou horríveis em que moramos. Aí seguimos para os nossos destinos rotineiros sujeitos a nos deparar com toda sorte de problema ou benfeitoria administrada por pessoas que elegemos para gerir o lugar onde vivemos.

Precisamos refletir sobre o nosso poder de escolha e a nossa responsabilidade. Decidir o futuro de cada um de nós e de todo o conjunto da nossa comunidade.
Não façamos do ato de votar, apertando as teclas da urna eletrônica, o mesmo que fazemos com o ato de dar uma descarga no vaso sanitário.

O processo eleitoral, de fato, já começou e muito de nós nem percebemos. Nos bastidores da política partidária o jogo já está sendo jogado  “violentamente”.
De agora em diante, até que agosto chegue e a campanha seja, legalmente,  colocada nas ruas, as movimentações e jogadas serão cada vez mais visíveis e acintosas.

O desafio à lei eleitoral e o ataque subliminar  através da mídia convencional e das redes sociais farão a campanha começar já e cada vez mais movimentada, agitada, viva e vivida.  E você é e sempre será o alvo principal deste processo.

Os políticos e seus assessores sabem que se a abordagem for maneira, sorrateira e sedutora no início, as chances de conquista e convencimento serão muito mais amplas e eficazes.

E você, incauto cidadão,  se não refletir seriamente sobre seu papel na política, a partir de agora, será visto, pelos candidatos, apenas como um número no cadastro eleitoral do seu município, que deverá comparecer no dia da eleição e, de maneira fisiológica, votar e eleger aquele que, o tempo todo, trabalhou a sua cabecinha para votar, apertando as teclas de uma urna como se fosse a descarga do vaso sanitário da sua casa, sem saber para onde vai seu voto, e/ou os dejetos que acabou de depositar nesse recipiente de livre e espontânea vontade.

Analise sua postura ao escolher seus representantes.
Pense nisso com carinho e, quem sabe, 2012 pode ser o início de um novo tempo na política e na sua vida!
Afinal de contas, não temos tempo a perder!

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